sexta-feira, 15 de maio de 2015

Noite

  • Noite tranquila! Sono tranquilo! Lá pelas, não sabe exatamente, quatro horas, depois da profundeza do sono. Agora, na leveza sonolenta, quando sente a distância barulho que a lembra de sua infância e da não necessidade de controlar os olhos na direção fatídica do compasso das sabia as 12 horas, as 17 horas e afora. Na sonolenta madrugada, ouve a distância barulho de tiros, àquelas horas, alguém realizando maldades ou espantando o marasmo do sono... 
  • Nisso, as horas passam igual ao século, quanto mais penetram sons e sons, sem despertar a cidade, já se preparando para isso. A profundeza do sono, apodera-se, novamente,  para ser despertada as sete horas. Resoluções para o dia, mas nada concretizou ou foram pela metade. Com a firme ideia de sentar e começar a escrever de fato uma história.  A história já na mente, mas todas as vezes que vai colocar a primeira palavra da vida criada, sua atenção é chamada e a bendita voa ao espaço das ideias e perde-se em florestas centradas pelos longos caminhos dos mentores, que um dia estiveram na terra.
  • Noite fria! Aquecedor ligado! Vai a espera de voltar a imagem da palavra, com tal propósito inicia sua terapia de pintura antiestress, na moda, mas que há muito já realizava, motivada ao contribuir na arte de presentear amigos. Pena que algumas dessas pinturas foram ao lixo, poderiam ser devolvidas, quem sabe, uma exposição de arte rudimentar, no final do século XXI. Chama de terapia antiestress limpa gaveta, pois é sobra de canetas e lápis de outros tempos. Finalmente, será difícil fazer outra igual. Em Arte, não se há possibilidade repetir o mesmo motivo. Arte é sempre arte!  Peça única! Reprodução só por meio mecânico da fotografia ou digitalização.
  • Chegando para mais uma noite fria. Recepção acolhedora de um quatro patinhas...

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