- Constatação de uma cidadã.
- Não sei até onde, poderá ser encarado de fato e de direito a Pandemia de Coronavirus. Desde a última segunda-feira até o presente momento, até um pouco antes do dia 06 do corrente p.p., tenho ouvido, lido e visto as mais diversas explanações com direito a réplica e tréplica, mais réplica e tréplica.
- As indicações de cuidados de prevenção chegam as raias da imbecilidade, visto que isso se aprende desde os primeiros anos de vida. Lavar as mãos antes de ir ao banheiro e ao sair dele é uma ação que se aprende já com a mamãe, o papai, a vovó, o titio... Só para citar um exemplo. Será que eu aprendi errado? Será que os médicos que acompanharam minha evolução procederam incorretamente ao recomendar os mesmos ensinamentos recebidos em casa? Será que os médicos, enfermeiras e todos os profissionais da saúde, os quais são companheiros de uma amizade e caminhada de vida estão equivocados?
- Isso faz-me lembrar de uma discussão em sala de aula, justamente, no mês de março, lá em 1985, quando um colega gritou: - “Não se pode divulgar TUDO, temos o risco de haver uma grande comoção.” Acreditamos que esteja ocorrendo, na mesma proporção de repasse de informações pelas redes sociais. Normalmente, as pessoas tendem a acreditar no que vê, ouve e lê, sem se preocupar com a veracidade. Tenho recebido inúmeras manifestações, algumas sem indicações de fontes, onde reside o perigo, porque não há possiblidade concreta de sabermos qual teor correto da informação contida.
- Uma outra lembrança, não sei se é piada ou uma lenda, seja como for, deve haver uma correlação com o tema: “A Morte foi visitar um reino. Conversou com Rei, dizendo: “Preciso levar 10 mil almas de seu reino.” O Rei ficou preocupado e usando de sua habilidade conciliatória, conversa vai, conversa vem, o acertado foi que a Morte levaria só 3 mil. O tempo passou, houve uma série de empecilhos no reino com número alto de pessoas morrendo. O Rei, novamente, recebeu a visita da Morte. O Rei, revoltado, proclamou que a Morte não havia comprido seu acordo no trato. No que a Morte respondeu: - “Sim, eu cumpri o acordo, só levei as 3 mil, as outras 7 mil morreram de medo.”
- Todo cuidado é pouco, mas não há necessidade de pânico. Precisamos de fraternidade e solidariedade.
sexta-feira, 13 de março de 2020
Pandemia
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