- Muito engraçado ouvir que não gosto da Ditadura dos Militares. Divulgam imagens editadas, fazendo-nos acreditar que os militares foram os únicos que praticaram atos repressivos.
- Ótimo!
- Mas e os atos repressivos da chamada, não sei o que, esquerda-dolente que não é adepta de oito horas de trabalho diário, mas aprova usufruir os ganhos da herança deixada por aqueles que trabalharam e trabalham duro. Infelizmente, essa esquerda-dolente chegou ao poder!
- Agora, sim, com ela é que temos Ditadura. Enquanto os Militares estavam no comando, nós, pobre mortais tínhamos condição de frequentar qualquer passeio público. Era possível ir e vir de qualquer lugar sem o desprazer de sermos brutalmente ameaçados na nossa integridade física e moral e sentimental. Sim! Temos uma Ditadura disfarçada de Democracia Social. Chegou o momento chave da questão. O cidadão que trabalha, que paga os seus impostos e alguns casos, esses impostos são pagos duplamente, por causa de uma norma legislativa de uma Ditadura mais antiga, sendo os atuais Ditadores gananciosos, esquecendo da vigência deles, esquecendo-se que eles esqueceram de estudar a história do País, enquanto estavam preocupados em 'lutar' por uma causa. A única em que ficou provado que eles queriam: - Fazer riqueza fazendo uma Ditadura, onde tudo é proibido!
- Na faixa vermelha, mesmo vazia, não pode nem o pedestre passar - Só serve ao Ciclista, mesmo que a use uma vez ao mês. O ciclista que dolente, adorou... O Trabalhador que se dane.
- Falta de cinto. lá vai multa. Alias, Ditadura da Multa, não faz o que mando, mando-te multa, uma atrás de outra, até morrer.
- Ah! Eles, da esquerda-dolente, vem com imagens elaboradas, fazendo-nos acreditar que eles são 'santos'. Tá! legal, santos feitos de gesso, pois quando é colocados na água, acabam por dissolverem, virando um mingau, ao sol, voltam a ser pó.
- Agora, entendi por que a Cantareira está seca. Os santos políticos estão sendo dissolvidos, eles utilizam de água, para tomar banho.
segunda-feira, 27 de abril de 2015
Ditadura
segunda-feira, 13 de abril de 2015
Apresentação
- Fui apresentada pela 4ª vez (quarta) - isso mesmo - Quarta vez a um Edil. E pela quarta vez o Mesmo Edil não teve ou não foi capaz de reconhecer-me.
- Detalhe, estive fotografando o mesmo Edil, na última terça-feira. E mais de uma vez, também, estive frente a frente, filmando e fotografando.
- Eles, os políticos, são tem memória para dígitos, quanto mais zeros depois da virgula, melhor. Não estão preocupados com cidadão que paga o salário Dele, através de impostos.
terça-feira, 7 de abril de 2015
Indignada
- Fui procurar uma publicação semanal, do ano 2000, na Biblioteca da empresa onde trabalho e para minha surpresa, a tal publicação foi descartada. Quer dizer: Jogada no lixo!
- Questionei o porquê? É culpa dela... Dela quem? A nova Bibliotecária chefe. A classe dos Bibliotecários se diz "guardiã" da informação. A tal informação que procuro, a retirei de uma nota, no processo de leitura e quero fazer uma comparação dos dados mencionados durante os depoimentos das pessoas especificadas no volume sobre a História recente do país. Se a Bibliotecária chefe não sabe avaliar as informações contidas nesta publicação, talvez ela não seja apta para a função que exerce. Ainda mais, na empresa na qual trabalhamos.
- Agora, terei que procura em outra Biblioteca, talvez me aventure na Mário de Andrade, mas corre o risco de não ter...
- Depois se queixam da falta de usuários. Com essa filosofia dos Bibliotecários brasileiros, talvez não fosse possível termos uma Biblioteca do tipo da Alexandria ou da do Vaticano e muito menos a do Capitólio. Os Bibliotecários de lá sabem o real valor da Informação.
- {...}
- Poxa! O que é mais importante, atender o cliente ou ficar arrumando a própria bolsa? E mandar para outro colega, deixando o cliente um pouco constrangido. Falta de vontade subiu na cabeça ou não esta aguentando pagar o aluguel? Morava com pais. É o que dar em morar sem ser regularmente. Não dar certo mesmo. Ela está pensando no ocorrido, ontem. Pensando em conversar com o superior a respeito. Só para que fique claro das coisas ocorridas na sua ausência. Ela não é nenhuma modelo de profissional, tem seus problemas. E quem não têm? Mas, o fato lhe incomodou muito. Depois da queixa recebida de outra colega do tratamento pouco solidário, isso foi como jogar água fervendo no seu rosto. Saiu prejudicada, quando solicitou a um colega que trocasse o horário para facilitar uns arranjos financeiros. O colega disse não, ainda dizendo que já tinha marcado um programa com amigos e não ia desmarcar. Nunca fêz isso! Os amigos nunca ficaram em primeiro lugar no tocante a horário de trabalho. Foi trabalhar contrariada, mas atendeu a todos com cortesia. Pelo visto, continuará a pensar e avaliar se conversa ou não com o superior. Como dizem, dor de barriga não da uma vez só... Vamos ver o que acontecerá?
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Por quê?
- Porque? Por quê? Porquê?
- Sinceramente porque? Como utilizar essas três formas? Não! Gramaticalmente, não! Precisa-se de uma explicação a luz da vida.
- Por quê?
- Se você é, literalmente, assaltado (não importa a forma) nunca é creditado na vítima a verdade! A 'justiça' acata sempre a versão do meliante. Se você tem mais de sessenta, ela, a justiça, te considera 'caduco'. Verdade seja dita, mas há casos onde a fantasia corre a solta, mas é só verificar a vida pregressa da vitima e acusado. Bom, quando a vitima tem uma boa família e um grupo de amigos confiáveis, acaba por resolver a situação, arcando com o prejuízo. E, com o sentimento de justiça, feita com as próprias mãos, incompleta. Não! o termo correto é justiça não feita e ponto final.
- Então, para quem leu os livros de Dan Brown, são sete ao todo, deve ter percebido que a questão da quebra de segurança é virtualmente interna - Vejamos: - Domingo, ela entra no caixa de auto atendimento, não há ninguém, de repente a mão dela, a direita, é fortemente segurada por um homem, bem vestido, pelo que pode observar do braço do cidadão, enquanto ela tentava esquiva-se. - Ele mandou-a digitar a senha e clonou o cartão, retirando todo o dinheiro que ela tinha. Como ele sabia do valor, se ela não havia comentado com ninguém. Mas ninguém mesmo. Ela já possuía trauma de outros assaltos e se tornou uma pessoa precavida. Alguém perguntou? E as câmaras do banco???... Isso é uma boa gargalhada! Mas, alguém disse, é funcionário do banco que passa as informações. Pode ser e pode não ser! Mas onde há fumaça, com certeza, terá fogo ou cinzas quentes. Os funcionários do banco deram crédito a ela, mas desestimularam a fazer um Boletim de Ocorrência. Trocaram o cartão, fizeram tudo, mas até os próximos vintes dias, ela não tem como sobreviver, isto é: a custa de migalhas da solidariedade dos vizinhos, que prontamente acreditaram, pois cada um deles possui uma experiência traumatizante neste assunto.
- A polícia está de pés e mãos atados. Quando consegue fazer um fraga e conduzir para a delegacia, é humilhada pela oab e seus advogados não experientes aliado a justiça com seus juízes, também, inexperientes.
- A leitura de Gibran e "A Sangue Frio" faz a gente pensar. Pensar que a verdade do cidadão de bem, aquele trabalhador, o cristão - sem sombra de dúvidas, está sendo jogado a arena dos leões ou a caminho da crucificação pelo simples fato de viver.
- Resta ao cidadão uma culpa. Culpa de não conseguir provar ser honesto. Porquê honesto ele já é! Mas a justiça prova que precisa de provas para provar o óbvio. - A palavra do cidadão de bem, oral, não é prova.
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