quinta-feira, 2 de abril de 2015

Por quê?

  • Porque? Por quê? Porquê?
  • Sinceramente porque? Como utilizar essas três formas? Não! Gramaticalmente, não! Precisa-se de uma explicação a luz da vida.
  • Por quê?
  • Se você é, literalmente, assaltado (não importa a forma) nunca é creditado na vítima a verdade! A 'justiça' acata sempre a versão do meliante. Se você tem mais de sessenta, ela,  a justiça, te considera 'caduco'. Verdade seja dita, mas há casos onde a fantasia corre a solta, mas é só verificar a vida pregressa da vitima e acusado. Bom, quando a vitima tem uma boa família e um grupo de amigos confiáveis, acaba por resolver a situação, arcando com o prejuízo. E, com o sentimento de justiça, feita com as próprias mãos, incompleta. Não! o termo correto é justiça não feita e ponto final.
  • Então, para quem leu os livros de Dan Brown, são sete ao  todo, deve ter percebido que a questão da quebra de segurança é virtualmente interna - Vejamos: - Domingo, ela entra no caixa de auto atendimento, não há ninguém, de repente a mão dela, a direita, é fortemente segurada por um homem, bem vestido, pelo que pode observar do braço do cidadão, enquanto ela tentava esquiva-se. - Ele mandou-a digitar a senha e clonou o cartão, retirando todo o dinheiro que ela tinha. Como ele sabia do valor, se ela não havia comentado com ninguém. Mas ninguém mesmo. Ela já possuía trauma de outros assaltos e se tornou uma pessoa precavida. Alguém perguntou? E as câmaras do banco???... Isso é uma boa gargalhada! Mas, alguém disse, é funcionário do banco que passa as informações. Pode ser e pode não ser! Mas onde há fumaça, com certeza, terá fogo ou cinzas quentes. Os funcionários do banco deram crédito a ela, mas desestimularam a fazer um Boletim de Ocorrência. Trocaram o cartão, fizeram tudo, mas até os próximos vintes dias, ela não tem como sobreviver, isto é: a custa de migalhas da solidariedade dos vizinhos, que prontamente acreditaram, pois cada um deles possui uma experiência traumatizante neste assunto.
  • A polícia está de pés e mãos atados. Quando consegue fazer um fraga e conduzir para a delegacia, é humilhada pela oab e seus advogados não experientes aliado a justiça com seus juízes, também, inexperientes.
  • A leitura de Gibran e "A Sangue Frio" faz a gente pensar. Pensar que a verdade do cidadão de bem, aquele trabalhador, o cristão - sem sombra de dúvidas, está sendo jogado a arena dos leões ou a caminho da crucificação pelo simples fato de viver.
  • Resta ao cidadão uma culpa. Culpa de não conseguir provar ser honesto. Porquê honesto ele já é! Mas a justiça prova que precisa de provas para provar o óbvio. - A palavra do cidadão de bem, oral, não é prova.

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