- Porque há olho de inveja?
- Gente convivo com isso, praticamente desde do nascimento. Será que dar para sermos mais honestos e não sair por aí, dando uma de esnobe. Não! Se a receita é simples. Ela é simples por si só. Como há receita rebuscada. Efeito de fazer a segunda em detrimento da primeira, por pura arrogância, deixará de seguir para a festa da noite.
- Amanhã será outro dia! Com certeza, a simplicidade será vitoriosa...
sábado, 28 de fevereiro de 2015
Olho
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
Lluvia
- Tromba da'gua! Tempestade. Enquanto tivermos a incapacidade administrativa nesta cidade, irá ocorrer o fato de ontem e àquela do ano 1990. Já passei várias situações constrangedoras em momentos chuvosos, Jamais esquecerei, quando na Avenida Eng. Caetano Álvares perto da Marginal Tietê, de repente, já dentro do ônibus, com meia dúzia de passageiros, um deles grita: - O Rio está subindo. Era 1983, daquela vez, a calça, de veludo cotelê, ficou completamente encharcada. Continuei com a roupa na faculdade até às 22 horas.
- A outra situação foi menos terrível, mas preocupante. Às 18 horas de um dia de fevereiro, segunda-feira, aquela chuva forte! No ponto do ônibus, já quase parando, mas sem sinal de qualquer coletivo, o primeiro a passar, que servia para mim, já às 20:30 horas, lotadíssimo. Desse momento até as 21:30 horas não há sinal de ônibus, sentido cidade e sentido bairro. O Primeiro a passar, parou, pergunto se passa na Avenida Rubem Berta, - eu estava no primeiro ponto da Avenida Brig. Luís Antônio - o Motorista responde: Sim. Então começa a via-sacra! Na Rubem Berta, entro em outro que passava na Avenida Washington Luís, altura do aeroporto. Ali, entro em mais um, chegando no ponto que havia em frente ao Supermercado Sé, ao lado do Viaduto Washington Luís próximo à Avenida Vicente Raos. Vale dizer, que já eram quase 23 horas.
- No exato momento, no ponto em frente ao Sé, um ônibus, faz a volta, debaixo do viaduto, vazio, entro, esse finalmente, chegaria ao meu destino final. Papai, que nesta altura, já estava com a pressão arterial nas alturas, igualmente, todos em casa, passa pelo local e não vê-me, pois ele utilizou o Viaduto, e não a pista pela qual o ônibus fez o retorno.
- Desta época até ontem, houve várias outras tempestades, sem muita precaução. Mas, ontem, quatro horas para chegar em casa. O serviço de taxi, o motorista ficou ilhado. Toda a região da Vila Prudente paralisada por conta das águas na Avenida Anhaia Mello; do Ipiranga, o famoso Córrego do Ipiranga, Avenida Teresa Cristina. Por volta das 21 horas, no cruzamento das Ruas Silvia Bueno e Xavier Curado, simplesmente, quatro ônibus fecham o cruzamento e ninguém anda.
- Hoje, sentimos os efeitos de ontem, sujeira para todo canto e falhas nos serviços de energia e telefonia. De manhã, mamãe ouviu alguém, dando entrevista, e se dizendo técnico em alguma coisa, que há necessidade de plantio de árvores em volta da Cantareira. Temos que seguir o exemplo do Rio Amazonas com suas árvores....
domingo, 15 de fevereiro de 2015
Sem Internet
- Outro dia, li uma matéria, onde dizia ser dado como tema redacional o seguinte tema: Um dia sem Internet. A prova foi aplicada a estudantes em um concurso, que maravilha de tema. Sem meras consequências, primeiro precisa-se pensar, onde realmente a Internet toma parte na vida das pessoas? Se nas grandes cidades? Aí, sim, rege uma boa análise.
- Paremos, há alguns anos, ainda com a era da fita cassete, podíamos programar a novela que desejamos assistir e ir ao cinema ou a um passeio ou, simplesmente, dormir. Depois de alguns meses, fui rever a fita, minha nossa, o programa de uma semana, tinha o equivalente a quatro horas de publicidade. Comentei o fato com uma amiga e ela disse: - Veja, bem, o tempo que você perde!. Realmente, tempo perdido com banalidades e companhia. Há, também proposta de uma semana sem Televisão, não cheguei a esse ponto, pois faz décadas que não sento, propriamente, na frente de uma televisão, mas não quer dizer que não tenha conhecimento do que há em matéria de programação, tem os amigos que estão sempre fazendo comentários e os jornais e revistas especializados comentam uma ou outra atração.
- Voltando ao Tema, seria a mesma ideia. A Internet proporciona centenas de informações, mas elas não são aprofundadas e só nos mostram a superfície de cada notícia. Aliás, sempre vamos ao que nos agrada mais aos nossos olhos e ouvidos. Agora, ser tão profundamente apegado a Internet ao ponto de se tornar um ermitão no meio da multidão, já é outra história. Parece que a tal proposta tenha se baseado neste ponto, porque tenho verificado a existência de pessoas conectadas minuto a minuto na Internet, principalmente os mais jovens. Esquecem de aproveitar a companhia de outras pessoas, aprendendo mil coisas e do valor da leitura de um bom livro. E, o mais importante, esquecem de observar a beleza da natureza.
- Talvez, um dia sem Internet seja o incentivo para reaproximar as pessoas.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Impressionismo
- Já fiz muito por mim! Mais por amigos! Mas a cada chuva, percebe-se o rápido crescimento das raízes e caules. Desta vez, cinquenta por cento para cada lado. Há uma possibilidade de quebra-se pernas e braços. Temos necessidade de preservar toda uma história de nossa espécimen.
- A seca estremece a beleza do coração. Para proteger a casca é necessário ficarmos enrugados, na pura tentativa de guardar o máximo de seiva. Se ela for embora, será o derradeiro momento de luz, apagando uma ida ao infinito dos pensamentos.
- Quem me dera acreditar na seca úmida das atitudes. É preferível as dos animais e vegetais, os primeiros sabem exatamente o valor da felicidade, os segundos valorizam na beleza simples, aquilo visualizados pelo olhar distante, numa unidade diferencial para os extremos da luminosidade positiva ou negativa. O estado emocional é quem vai ponderar a situação.
domingo, 1 de fevereiro de 2015
Impressões
- Sábado. Domingo. Em meio a crise hídrica. Tempo ameno. Não fiz a caminhada. metade deste caderno possui as mais diversas anotações. Abafou!. Terminou o primeiro mês, como foi concorrido - não lembrei de marcar as duas datas importantes na construção de minha história. Passei pelo Skoob, a rede de leitores, buscando alguma informação complementar <As Maravilhosas Mulheres das Séries de TV> encontrei a única resenha - Uau! O cidadão, lá, não entendeu o espírito da obra. Escreveu negativamente. Bem, não vou ser boazinha, mas já fiz minhas críticas negativas. A desse cavalheiro chegou as raias do preconceito. O livro é bom. É didático.
- A música parou!. Estava irritando!
- Continuando, o blog na UOL, alimentarei, a partir de hoje, uma vez ao mês. Há nenhum acesso, só o meu. Ah! Ah! Ah! Ah! O Viento y Palabras devo ter um fã assíduo, pois em todas as publicações, há um acesso. O Ventana de Lectura há uma média de dois a seis acessos por postagem. Esse não sei como será? Mas, se houver um acesso, já estarei feliz. Sempre há alguém que goste de algo diferenciado. Realmente, vou utilizar o velho slogan do Repórter Esso, porque sou uma Testemunha Ocular da História.
- E, já não tem água...
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